Espaço de trabalho compartilhado dentro do condomínio, com mesas, tomadas, internet e, às vezes, salas de reunião. É área comum, de uso dos moradores, e não um escritório comercial aberto ao público.
Na prática
O coworking virou item frequente nos lançamentos de studio no raio de 5 km, porque o studio tem pouco espaço para uma mesa de trabalho separada da cama. Para quem mora, ele substitui o home office; para quem aluga, é um atrativo na hora de anunciar. O que muda de um prédio para outro é a qualidade: número de lugares, cabines para chamadas, velocidade da internet, horário de funcionamento e regras de reserva. Coworking grande com poucas mesas para muitos studios tende a lotar. Também vale lembrar que o espaço é mantido pelo condomínio, e a conta de energia, internet e limpeza entra na taxa mensal. O studio em si continua sendo moradia, não sala comercial.
O que observar
- O número de lugares em relação ao número de unidades.
- As regras de uso e reserva na convenção ou no regimento interno.
- Se a internet do espaço é do condomínio e entra na taxa mensal.
Fonte
- Memorial descritivo de cada empreendimento
- Código Civil, arts. 1.332 a 1.336 (áreas comuns e despesas)
Veja na prática
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Este conteúdo é informativo e não substitui orientação jurídica. Antes de comprar, vender ou alugar, consulte a norma vigente e confira a documentação específica do imóvel.

Conteúdo por Vitor Pittigliani, corretor de imóveis CRECI/SP 302681, fundador do ibirapuera.studio. Publicado em . Atualizado em .