Studio · 4 min de leitura

Para quem é um studio: perfil de morador e como aproveitar o espaço

Jovens profissionais, executivos em trânsito, pied-à-terre e redução consciente de espaço: quem se encaixa e como projetar bem.

Pavilhão Ciccillo Matarazzo (Bienal) no Parque Ibirapuera
Foto: Wikimedia Commons

O studio não é para todo mundo — e não precisa ser. Ele resolve muito bem a vida de alguns perfis específicos, e entender se você (ou seu inquilino ideal) se encaixa é o primeiro passo antes de decidir morar ou investir.

Perfis que se encaixam

O perfil mais comum é o jovem profissional que prioriza localização e mobilidade sobre metragem: alguém que passa boa parte do dia fora, valoriza estar perto do trabalho e não precisa de muito armazenamento. Executivos em transferência temporária também se encaixam — pessoas que precisam de base funcional na cidade por um ou dois anos. Outro perfil crescente é o pied-à-terre: segunda base usada em viagens de trabalho ou temporadas curtas. E há quem esteja em fase de redução consciente de espaço, trocando manutenção e metragem por localização.

Como aproveitar bem cada metro

  • Móveis multifuncionais: sofá-cama, mesa retrátil, armários até o teto.
  • Armazenamento vertical em vez de móveis baixos e largos libera piso.
  • Espelhos bem posicionados e iluminação em camadas ampliam a percepção de tamanho.
  • Paleta de cores e materiais consistente entre os ambientes evita fragmentação visual.

No fim, o studio bem escolhido e bem projetado costuma entregar uma relação custo-benefício de vida que unidades maiores em localizações piores não replicam — especialmente em regiões como o Ibirapuera, onde o parque e a mobilidade fazem parte do "tamanho real" do imóvel.

Studios Ibirapuera · Cyrela

Cadastre-se e receba as novidades do lançamento em primeira mão

Plantas, valores e condições oficiais assim que a Cyrela divulgar.

Quero receber novidades

Leia também

Mais artigos do blog